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Instalando Windows 7 – problema de HD / partição

Tenho um computador com 2 HD, e que estavam sendo utilizados da seguinte forma: HD1: Drive C:\ – Windows Vista Drive D:\ – Arquivos HD2: Drive F:\ – Arquivos Decidi instalar o Windows 7 nele. Fiz meus backups, coloquei o DVD do Win7 na máquina e dei boot. Na hora de escolher a partição, formatei a partição que estava instalado o Windows Vista e a informei para utilizada. Foi quando o setup do Win7 começou a reclamar de “Setup was unable to create a new system partition or locate an existing system partition”… Que diabos era isso, o Vista estava funcinando ok nesta partição há uns 3 ou 4 anos… Busquei na internet (sorte que eu estava com um netbook ao lado), e encontrei a solução: desliguei o segundo HD, aquele que tinha a partição F:\. Com isso, consegui escolher a partição para efetuar a instalação. Achei a solução estranha, mas o importante é que está funcionando… Obs. Essa solução eu encontrei na seguinte thread de fórum: http://arstec...

O pior é impossível? – parte 3

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Desta vez vamos deixar a seção de “Pérolas do Desenvolvimento” mais voltada para a especificação. Na UML, um diagrama de sequência é a representação gráfica da troca de mensagens entre objetos, mostrando essa interação durante o tempo de execução da funcionalidade. O que agrega neste diagrama é saber a sequência de acontecimentos, para podermos programar corretamente o comportamento esperado do sistema. Só que pra isso precisamos de mais detalhes…vejam o diagrama abaixo. O que ele agrega para nós? Nada, é a mesma coisa que falar “usuário usa o sistema”. Não dá detalhes de quais objetos estão envolvidos na funcionalidade (generalizou-se o objeto “Aplicação” como todos os objetos internos do sistema). Documentação boa é documentação que tráz valor ao desenvolvimento. Se não trouxer, só serve pra engordar o orçamento do projeto. Obs. Não coloquei aqui, mas tem também o fluxo alternativo dessa funcionalidade…, que é igual ao fluxo básico… []’s

Obras Completas de Carl Barks

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Finalmente, após alguns anos colecionando e gastos “caros” no Mercado Livre, consegui completar minha coleção das Obras Completas de Carl Barks. Carl Barks foi o criador de vários personagens da Disney, entre eles o Pato Donald e o Tio Patinhas. Ele foi fonte de inspiração não apenas para pessoas que trabalham com quadrinhos mas também outros artistas. Um exemplo é Steven Spielberg. A cena inicial de Indiana Jones, onde ele é perseguido por uma rocha rolante, é baseada na história “As Cidades do Ouro”, de 1954.

O pior é impossível? – parte 2

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Continuando a série de “pérolas do desenvolvimento”, temos esta chamada a um web service. Veja que forma inovadora de efetuar a chamada: através de um post http! Não há mais necessidade de se criar proxies! E o pior de tudo, isso funciona! Obs. Este método retorna um XML. Veja que é feito um tratamento no retorno obtido, para modificar HTML para que esteja num formato correto. Vários replaces…

Composite e Chain of Responsibility

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Pessoal, saiu outro artigo meu na .NET Magazine 76 , ainda a respeito de design patterns: nesta edição, eu abordo os padrões Composite e Chain of Responsibility. []’s

MVP – Passive View

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O MVP é um padrão para a construção de aplicações que interagem com o usuários (User Interface) que tem dois objetivos principais: Separar as responsabilidades na camada de apresentação, ou seja, o que é da tela e o que é da lógica de negócio do aplicativo. Facilitar os testes,  permitindo que os mesmos sejam automatizados. O pattern MVP pode ser separado em duas categorias: Passive View e Supervising Controller . A diferença entre os dois é o grau de testabilidade que cada um provê. Hoje iremos ver alguns detalhes da primeira categoria, com foco na questão de separação de responsabilidades. A idéia aqui é separarmos o que o que é da apresentação e o que é da lógica de acesso aos objetos do domínio de negócios. O diagrama acima mostra como temos essa separação entre as classes que compõe a estrutura básica do MVP Passive View. Do lado da camada de apresentação, temos a classe View, que no final das contas será uma tela WPF ou uma página ASP.NET. Do...

Abusos dos design patterns

Recentemente recebi de um colega de trabalho um link de um artigo escrito por Rockford Lhotka, criador do framework de desenvolvimento de aplicações CSLA .NET . Neste arquivo, ele comenta sobre o mau uso dos design patterns nas aplicações. Ele condena o uso de padrões sem critério algum, ou seja, quando se faz o uso deles apenas por se “achar bonito”, sem se preocupar em realmente identificar um problema a ser resolvido. Isso acontece muito, principalmente quando se lança uma tecnologia nova ou um pattern se torna popular. Temos a tendência de nos “regogizarmos mentalmente” quando fazemos algo complexo. Em resumo, o artigo cita que se deve: Utilizar patterns quando se tem um problema a resolver e o padrão se aplica. Utilizar o padrão quando suas qualidades superarem suas desvantagens (sim, nenhum pattern é perfeito, todos têm seu lado ruim). Combinar padrões simples para enfrentar problemas complexos. Quando usado um padrão, ter certe...